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Reforma tributária pode pressionar custos e fluxo de caixa de produtores rurais, alerta contadora durante Agro&Cont em Cacoal

Em entrevista ao RuralCast, Lariane Galon, da Intelecto Contabilidade, relata preocupação de empresários com a CBS, apresenta estimativas de impacto financeiro e alerta para a necessidade de revisar contratos e planejamentos tributários antes de 2027.

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Reforma tributária preocupa empresários do agronegócio e exige atenção ao planejamento financeiro

A reforma tributária brasileira foi concebida para simplificar a cobrança de tributos sobre o consumo e modernizar o ambiente de negócios. Entretanto, sua implementação também tem provocado preocupações entre produtores rurais, empresários e profissionais responsáveis pelo planejamento fiscal das empresas.

Entre os principais desafios estão a necessidade de reorganizar processos, avaliar mudanças na carga tributária, compreender as regras de aproveitamento de créditos e preparar o fluxo de caixa para um novo sistema de arrecadação.

Esses assuntos estiveram no centro de uma entrevista especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, realizada durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus de Cacoal.

A conversa foi conduzida pelo professor Charles Carminati e recebeu a contadora Lariane Galon, sócia da Intelecto Contabilidade e gestora do Departamento Fiscal do escritório.

Com experiência no atendimento de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao agronegócio, a profissional apresentou uma análise sobre os desafios enfrentados pelos clientes e as dificuldades de planejamento diante das mudanças na legislação tributária.

Durante a entrevista, Lariane destacou que o setor rural precisa avaliar cuidadosamente os impactos da reforma sobre suas atividades.

Escritório contábil identifica riscos de aumento de custos para produtores

Um dos momentos centrais da entrevista foi a apresentação da percepção da Intelecto Contabilidade sobre as consequências financeiras da reforma tributária.

Lariane explicou que o escritório atende uma carteira de clientes ligada ao agronegócio, incluindo produtores rurais pessoas físicas e empresas.

Segundo ela, os levantamentos realizados pela equipe indicam que determinados clientes poderão enfrentar impactos econômicos relevantes com a entrada das novas regras.

"O agronegócio vai ser impactado com a entrada da reforma tributária", afirmou.

A contadora apresentou uma estimativa de que, em determinadas situações analisadas, os efeitos financeiros poderiam representar de 2% a 3% do faturamento.

"A gente estima que, já para 2027, o impacto [seja] entre dois a três por cento do faturamento", declarou.

O percentual foi apresentado como uma projeção da profissional, baseada nas análises desenvolvidas pelo escritório, e não como uma alíquota estabelecida pela legislação ou uma estimativa válida para todo o agronegócio brasileiro.

Os resultados efetivos dependerão de fatores como enquadramento tributário, receita anual, natureza dos produtos, operações realizadas e possibilidade de aproveitamento de créditos fiscais.

A declaração evidencia a necessidade de cada empresa avaliar individualmente os possíveis efeitos da mudança.

Fluxo de caixa pode se tornar um dos maiores desafios para o produtor de grãos

Outro ponto importante foi a preocupação com o calendário financeiro das atividades agropecuárias.

Lariane explicou que a produção rural possui características específicas que precisam ser consideradas durante o planejamento tributário.

No caso dos grãos, por exemplo, os investimentos em insumos, preparação da área e desenvolvimento da lavoura podem ocorrer meses antes da comercialização.

A receita nem sempre é recebida no mesmo período em que o produtor realiza suas principais despesas.

Segundo a contadora, essa diferença entre os períodos de investimento e faturamento poderá exigir maior atenção à forma de apuração dos novos tributos.

O receio apresentado é que determinadas operações de venda ocorram em um momento no qual os produtores ainda não tenham acumulado créditos tributários suficientes para compensar os valores devidos.

"Então você imagina o impacto disso no fluxo de caixa do cliente. Vai ser muito alto", alertou.

A avaliação está relacionada à necessidade de conciliar os ciclos produtivos com as regras do novo sistema tributário.

Na prática, o produtor precisará compreender como os créditos serão registrados, em quais condições poderão ser utilizados e de que maneira as obrigações fiscais afetarão sua disponibilidade financeira.

Esses efeitos precisarão ser analisados considerando as regras de transição e as condições específicas de cada operação.

CBS exigirá nova atenção à tributação das atividades rurais

Durante a entrevista, Lariane também destacou a importância de compreender a entrada da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista para substituir tributos federais sobre o consumo.

A profissional explicou que os produtores precisam avaliar como as novas regras se relacionarão com os tributos que já fazem parte de suas atividades.

Entre os exemplos citados estão o Imposto de Renda e as contribuições relacionadas à comercialização rural.

A contadora demonstrou preocupação com a possibilidade de aumento das obrigações financeiras em determinados enquadramentos.

Entretanto, a aplicação da CBS não será uniforme para todos os produtores rurais.

A legislação estabelece tratamentos diferenciados, inclusive hipóteses em que pequenos produtores não são considerados contribuintes do IBS e da CBS.

Por esse motivo, o acompanhamento das regras de enquadramento é fundamental para evitar interpretações generalizadas.

O alerta de Lariane está direcionado principalmente à necessidade de analisar antecipadamente cada situação, identificando riscos financeiros e oportunidades de organização tributária.

Contratos de venda de grãos podem exigir atenção especial

Um dos temas mais relevantes apresentados durante o podcast foi a preocupação com os contratos de comercialização de produtos agrícolas.

Lariane explicou que muitos produtores de grãos realizam negociações antecipadas, estabelecendo preços e condições comerciais antes da entrega efetiva da produção.

Segundo ela, alguns contratos são celebrados com antecedência de dois ou três anos.

Essa característica pode dificultar ajustes de preço diante de mudanças tributárias posteriores.

"O produtor rural [...] não tem muito como negociar o preço dele", afirmou.

A contadora destacou que, quando as condições comerciais já estão estabelecidas, nem sempre é possível transferir novos custos ao comprador.

Nesse cenário, o empresário rural pode precisar absorver efeitos financeiros que não estavam previstos no momento da negociação.

A discussão reforça a importância da análise contratual e do planejamento das operações futuras.

Empresas compradoras, produtores e profissionais da contabilidade precisarão avaliar como as regras tributárias se aplicam a contratos anteriores e quais alternativas existem para administrar possíveis efeitos econômicos.

Frigoríficos e exportadoras também enfrentam dúvidas sobre a reforma

Outro ponto levantado foi a comunicação entre produtores e empresas que participam das cadeias de comercialização.

Segundo Lariane, o escritório identificou dificuldades entre clientes que negociam com grandes frigoríficos e exportadoras de grãos.

A contadora relatou que, em algumas situações, ainda não havia clareza suficiente sobre como as novas regras seriam tratadas nos contratos firmados.

"A gente vê também por parte de grandes frigoríficos e grandes exportadoras de grãos uma falta de comunicação com o cliente", afirmou.

A declaração apresenta uma percepção da entrevistada sobre situações observadas na carteira de clientes do escritório.

A preocupação envolve principalmente a precificação das operações, a execução de contratos existentes e a definição de responsabilidades comerciais.

O tema demonstra que a reforma tributária não afeta apenas o cálculo dos impostos dentro de uma empresa.

Ela também pode exigir alinhamento entre diferentes participantes de uma cadeia produtiva, incluindo fornecedores, produtores, cooperativas, indústrias e empresas exportadoras.

Grandes produtores demonstram maior preocupação, segundo contadora

Questionada pelo professor Charles Carminati sobre o nível de conhecimento dos empresários em relação à reforma, Lariane explicou que observa comportamentos diferentes entre os clientes.

Segundo ela, produtores de menor porte demonstram, em sua experiência, uma preocupação relativamente menor com as mudanças.

Já os grandes produtores têm buscado mais informações e procurado o escritório para compreender os possíveis impactos.

A entrevistada destacou que o interesse não está concentrado apenas em saber quanto imposto será cobrado.

Os clientes também desejam compreender de que forma as novas obrigações poderão afetar os contratos, o planejamento financeiro e a rotina administrativa das propriedades.

O comportamento observado reforça a importância de ampliar a divulgação de informações acessíveis aos produtores rurais.

A preparação antecipada pode contribuir para identificar dificuldades antes da entrada das novas regras, permitindo uma organização mais consistente.

Alíquota de referência da CBS chega a 11,3% e provoca preocupação

Um dos momentos mais fortes da entrevista ocorreu quando Lariane relatou as sucessivas mudanças nas projeções de alíquotas utilizadas pelo escritório.

Segundo a contadora, a Intelecto desenvolveu uma ferramenta própria para realizar análises tributárias, incluindo simulações voltadas às empresas do Simples Nacional.

Ao longo de 2026, a equipe trabalhou com diferentes hipóteses de tributação, buscando antecipar os efeitos econômicos das novas regras.

A profissional explicou que, inicialmente, as simulações consideravam percentuais menores, posteriormente ajustados conforme surgiam novas informações.

Entre os números mencionados estavam 8,8% e 9,21%.

Entretanto, a divulgação da alíquota de referência de 11,3% para a CBS, calculada pelo Tribunal de Contas da União em 28 de outubro de 2026, provocou uma reação de preocupação.

"Quarta-feira, assim, de verdade, um soco no estômago de todo contador: onze ponto três", afirmou.

A declaração demonstra o impacto que a divulgação de novas referências tributárias pode provocar sobre o planejamento desenvolvido pelos profissionais.

É importante esclarecer que os 11,3% representam uma alíquota de referência calculada pelo TCU para a CBS, ainda sujeita à definição do Senado Federal.

O percentual não corresponde necessariamente à carga efetiva de todos os contribuintes, especialmente diante de tratamentos diferenciados, créditos e particularidades de cada operação.

Mesmo assim, a divulgação representa um elemento importante para a revisão das projeções empresariais.

Escritório com aproximadamente 400 clientes precisa revisar simulações

Durante a entrevista, Lariane apresentou a dimensão do trabalho enfrentado pelos profissionais da Intelecto Contabilidade.

Segundo ela, o escritório possui aproximadamente 400 clientes, distribuídos entre diferentes segmentos econômicos.

A necessidade de atualizar análises tributárias representa um desafio operacional, especialmente quando as empresas já receberam projeções elaboradas com base em informações anteriores.

"Nós somos um escritório aqui do interior de Rondônia e temos uma carteira de clientes de aproximadamente quatrocentos clientes", relatou.

A profissional explicou que muitas simulações haviam sido desenvolvidas para auxiliar os empresários na escolha de alternativas de enquadramento tributário.

Com a divulgação de novos parâmetros, tornou-se necessário reavaliar parte dessas informações.

O trabalho exige tempo, recursos técnicos e acompanhamento contínuo das mudanças.

A situação evidencia como alterações de parâmetros durante a implementação da reforma podem gerar dificuldades não apenas para os contribuintes, mas também para os profissionais responsáveis por orientá-los.

Simples Nacional e regime regular exigem escolhas fundamentadas

Outro assunto importante foi a preparação das empresas para os mecanismos de tributação previstos na reforma.

Lariane destacou o trabalho realizado pela equipe da Intelecto para analisar diferentes alternativas de enquadramento.

A nova legislação permite que empresas do Simples Nacional, observadas as condições legais, optem pela apuração da CBS e do IBS no regime regular.

Essa decisão exige a avaliação de fatores como estrutura de custos, aproveitamento de créditos, perfil dos clientes e características das operações comerciais.

A profissional explicou que a função do escritório é disponibilizar informações para que o empresário compreenda os possíveis resultados de cada alternativa.

"A gente precisa disponibilizar informações para que o empresário tenha consciência e tome a decisão", afirmou.

A declaração reforça uma característica cada vez mais importante da contabilidade: a necessidade de transformar dados fiscais em informações estratégicas.

O profissional pode apresentar cenários, esclarecer consequências e orientar o processo de análise.

Entretanto, a decisão empresarial precisa considerar as particularidades econômicas e operacionais de cada negócio.

Profissionais da contabilidade também enfrentam dificuldades com as novas regras

Questionada sobre o suporte oferecido pelas administrações tributárias, Lariane relatou preocupação com a quantidade de alterações e dúvidas que ainda precisam ser esclarecidas.

Segundo ela, os profissionais têm enfrentado dificuldades para acompanhar informações que surgem ao longo do processo de implementação.

A entrevistada reconheceu que as mudanças envolvem uma estrutura complexa e exigem esforço tanto das empresas quanto das instituições públicas.

Na avaliação apresentada, a necessidade de respostas técnicas mais claras ainda representa um desafio.

"Existem muitas perguntas sem respostas e a gente precisa dessas respostas por parte do legislador", declarou.

A contadora ressaltou que o esclarecimento dessas questões é essencial para que os escritórios possam orientar adequadamente seus clientes.

O ponto central da preocupação está na necessidade de segurança para o planejamento.

Empresários precisam avaliar investimentos, contratos e alternativas de tributação, decisões que dependem de informações consistentes sobre as regras aplicáveis.

Contadora reconhece vantagens do modelo de IVA, mas cobra maior previsibilidade

Apesar das críticas relacionadas ao processo de implementação, Lariane ressaltou que não considera a reforma tributária necessariamente negativa.

Segundo ela, o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que serve de referência para a nova tributação brasileira sobre o consumo, possui características interessantes.

A preocupação apresentada está principalmente na maneira como as mudanças estão sendo implementadas e comunicadas aos profissionais.

"Eu não acho que a reforma tributária seja ruim. Pelo contrário, eu acho realmente o modelo do IVA [...] muito interessante", afirmou.

A declaração demonstra que a entrevistada distingue os objetivos estruturais da reforma dos desafios enfrentados durante sua implantação.

O novo sistema pretende reorganizar a tributação sobre o consumo, com mecanismos de não cumulatividade e maior integração entre as regras federais, estaduais e municipais.

Entretanto, a transição exige adaptação dos sistemas empresariais, atualização profissional e compreensão das particularidades de cada atividade econômica.

Para a contadora, a clareza das informações será fundamental para que os benefícios esperados possam ser acompanhados de planejamento adequado.

Contador deixa de ser apenas responsável por guias e assume função consultiva

Na parte final do episódio, o professor Charles Carminati questionou a entrevistada sobre o futuro da profissão contábil.

O objetivo foi compreender quais características serão valorizadas nos profissionais que ingressarem no mercado de trabalho durante o processo de reforma tributária.

Lariane respondeu que a contabilidade está passando por uma transformação importante.

Segundo ela, as empresas precisarão cada vez mais de profissionais capazes de analisar cenários, compreender impactos econômicos e contribuir para decisões estratégicas.

"Nós precisamos de um perfil de profissional que seja consultivo", destacou.

A declaração evidencia uma mudança no papel tradicionalmente associado aos escritórios de contabilidade.

Além do cumprimento das obrigações legais, cresce a importância da interpretação das informações financeiras e tributárias.

Nesse contexto, o profissional precisa compreender a realidade do cliente, identificar riscos, apresentar alternativas e auxiliar na avaliação de consequências econômicas.

A contadora ressaltou que essa transformação também representa uma oportunidade de valorização profissional.

"Passamos de entregadores de guias para consultores", afirma Lariane

Uma das declarações de maior impacto da entrevista foi direcionada à evolução da profissão contábil.

Ao comentar as oportunidades geradas pelas mudanças, Lariane afirmou:

"Nós passamos de meros entregadores de guia para de fato consultores."

A frase resume uma transformação que já pode ser observada na relação entre empresas e profissionais da contabilidade.

O contador deixa de ser procurado exclusivamente para cumprir prazos e calcular tributos e passa a desempenhar uma função mais próxima da gestão empresarial.

No agronegócio, esse trabalho pode envolver planejamento tributário, avaliação de custos, organização do fluxo de caixa, análise de contratos e acompanhamento de indicadores econômicos.

A reforma tributária amplia a necessidade dessas competências, especialmente durante o período de transição.

A capacidade de transformar informações técnicas em orientações compreensíveis se torna um diferencial para profissionais que pretendem atuar no mercado.

Profissão contábil apresenta oportunidades para novos profissionais

Ao encerrar a entrevista, Lariane deixou uma mensagem aos estudantes e egressos do curso de Ciências Contábeis da UNIR.

A contadora incentivou os jovens a investirem na formação profissional e a compreenderem as oportunidades existentes no mercado.

Segundo ela, a complexidade das transformações tributárias aumenta a demanda por profissionais qualificados.

A entrevistada ressaltou que o conhecimento técnico precisa ser acompanhado de capacidade analítica e visão consultiva.

"Não desistam da profissão. É uma bela profissão", afirmou.

A mensagem foi direcionada especialmente aos acadêmicos que estão iniciando sua trajetória profissional.

Lariane destacou que a contabilidade permite atuar diretamente na orientação de empresários e contribuir para a qualidade das decisões relacionadas aos negócios.

Agro&Cont fortalece debate entre universidade e profissionais do mercado

A participação de Lariane Galon integrou a cobertura especial do RuralCast durante o Agro&Cont 2026, realizado na UNIR, em Cacoal.

O evento reuniu profissionais da contabilidade, empresários, produtores rurais, pesquisadores e representantes de instituições para discutir temas ligados à gestão, ao agronegócio e às transformações tributárias.

A entrevista também evidenciou a importância de aproximar a formação universitária da realidade enfrentada pelos escritórios e empresas.

Ao compartilhar suas experiências profissionais, a contadora apresentou desafios concretos relacionados à preparação dos clientes e ao acompanhamento das mudanças legislativas.

O debate contribui para ampliar a compreensão sobre os impactos da reforma e sobre a necessidade de qualificação permanente.

Reforma tributária exige planejamento antes das mudanças de 2027

A entrevista com Lariane Galon revelou preocupações que fazem parte da realidade de profissionais responsáveis pela gestão fiscal de empresas em Rondônia.

A entrada da CBS, as regras de enquadramento, o aproveitamento de créditos e os possíveis efeitos sobre o fluxo de caixa exigem atenção especial dos empresários.

No agronegócio, essas questões ganham relevância diante dos ciclos de produção, da necessidade de investimentos antecipados e da existência de contratos comerciais firmados com antecedência.

As projeções apresentadas pela contadora demonstram a importância de realizar simulações individualizadas, sem considerar que todos os produtores enfrentarão os mesmos efeitos.

O episódio também evidenciou que a adaptação à reforma não depende apenas de conhecer novas alíquotas.

Será necessário compreender como as regras influenciam a organização financeira, a formação de preços e as decisões empresariais.

A principal reflexão deixada pela entrevista é que a reforma tributária representa, ao mesmo tempo, um desafio de preparação para as empresas e uma oportunidade de transformação para a profissão contábil.

Em um cenário de mudanças, o conhecimento técnico, a capacidade de análise e a orientação estratégica poderão contribuir para decisões mais bem fundamentadas.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na Universidade Federal de Rondônia, campus de Cacoal, com divulgação pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

TAGS: RuralCast, Grupo Amazun, Olá Rondônia, Lariane Galon, Intelecto Contabilidade, Charles Carminati, Reforma Tributária, CBS, IBS, Simples Nacional, Agronegócio, Produtor Rural, Fluxo de Caixa, Planejamento Tributário, Contabilidade Consultiva, Gestão Fiscal, Agro&Cont 2026, UNIR Cacoal, AgroHub, Cacoal, Rondônia.

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